26 de nov. de 2013

2014, ano Bakunin


By A.N.A. on 21 de novembro de 2013

Comunicado:

O ano de 2014 marcará o 200º aniversário do nascimento de Bakunin.

A FA (Federação Anarquista) e a IFA (Internacional das Federações Anarquistas) vão se envolver em ações para promover as ideias e as práticas anarquistas, através da celebração do seu nascimento. A Federação Anarquista decidiu, em seu último congresso, desenvolver ações federais sobre o anarquismo em geral, e em particular de Bakunin. Bakunin teve um papel importante na estruturação e afirmação das ideias e práticas anarquistas contra o socialismo autoritário e o parlamentarismo, contra a religião e o Estado, dentro do movimento operário e sindical, e, finalmente, ao nível do internacionalismo revolucionário.

Conferência Internacional Comemorativa do Bicentenário de Mikhail Bakunin


Priamukhino (Região de Tver, Rússia). 12-13 de julho de 2014

Fonte

A 30 de maio de 2014 comemora-se o 200º aniversário de Mikhail Aleksandrovitch Bakunin (1814–1876), ilustre militante do movimento de libertação revolucionário europeu, filósofo e um dos fundadores do movimento anarquista internacional.

Desde a sua entrada no círculo de filósofos de Stankevitch em 1830 e, mais tarde, nas fileiras do movimento revolucionário europeu, Bakunin chamou a atenção de seus contemporâneos. Influenciou de maneira decisiva a história dos movimentos de libertação social, revolucionários e anarquistas russos e europeus dos séculos XIX e XX. As ideias libertárias de Bakunin, que escreveu uma crítica visionária do “socialismo de Estado”, muito tempo antes do seu estabelecimento na URSS e nos países do Bloco do Oeste, assim como a crítica bakuniniana da religião, do patriotismo, do liberalismo e dos princípios do poder e da hierarquia, têm prevalecido como ideias atuais até nossa época.

8 de out. de 2013

Círculo de Debates Anarquistas - 09 de novembro - Ceará




Debate em agosto na UERJ obteve boa receptividade de comunidade acadêmica e trabalhadores



No dia 26/08, em plena segunda-feira, ocorreu na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) o debate sobre "O Anarquismo e o Levante Popular" organizado pelo Arquivo Bakunin. O debate foi de ótima qualidade e contou com as contribuições de diversos estudantes, professores e trabalhadores em geral, contando ao todo com a presença de cerca de 40 camaradas.

O debate foi aberto com a fala de dois representantes do Arquivo Bakunin, onde em suas falas puderam desenvolver aspectos importantes da luta nas ruas e da própria luta teórica e ideológica sobre a compreensão das "Jornadas de junho": A conjuntura política de avanço do projeto desenvolvimentista e neoliberal dirigido pelo governo Dilma/PT (no campo e na cidade); A divergência de compreensão entre a espontaneidade das massas populares na teoria marxista e anarquista (e daí uma série de conflitos decorrentes, tais como as posturas dos distintos partidos frente aos protestos e a fúrias das massas); A configuração de classe dos protestos, dando uma clara ênfase para a importância do proletariado marginal e da juventude/estudantes, bem como criticando a caráter anti-científico do atual conceito de "classe média" criado para fins eleitorais e governistas. 

Durante o debate diversos outros pontos foram levantadas e outros temas foram desenvolvidos. A questão da ação direta e da violência na luta de classes foi talvez um dos temas mais importantes e que marcaram a todos/as pela qualidade das intervenções e análises sobre a temática. Qualquer "purismo" e preconceito jurídico-legalista e metafísico foi abandonado nas análises, que se pautaram claramente pelo método materialista de tratar a realidade. Muitas perguntas e intervenções interessantes foram feitas a esse respeito.

O Arquivo Bakunin agradece todos e todas aqueles/as que estiveram presentes no debate e espera que possamos estar novamente juntos em mais debates e atividades teórico-políticas. E como diria a canção anarquista: "Instruir-se, lutar e trabalhar / jovens vozes do porvir (...)", ou seja, sigamos desenvolvendo a compreensão teórica e retificando nossa prática, sigamos construindo um novo amanhã e um novo futuro de socialismo e liberdade.




9 de set. de 2013

Bakunin em alemão: Inaugurado mais um site sobre Bakunin



Em setembro deste ano recebemos um fraterno email dos editores de http://www.bakunin.de falando da criação do site e da inclusão do endereço de nosso Arquivo Bakunin em sua página de links. Eles também solicitavam a inclusão do site alemão em nossa seção Bibliotecas Virtuais. Podemos entender a iniciativa alemã como mais uma forma de divulgação da obra de Bakunin nessa rede virtual que aos poucos vai se formando em torno do pensamento do revolucionário russo. Saudações desde o Brasil aos editores alemães.

Os editores, setembro de 2013.

Federalismo[1] - James Guillaume (1871)


James Guillaume circa 1870
Nota introdutória

Artigo publicado por James Guillaume em 1871 no periódico Solidarité, onde analisa o evento revolucionário da Comuna de Paris ocorrido naquele ano. O artigo retoma as análises pré-Comuna de Bakunin, contidas em Cartas à um francês (1870), e pós-Comuna como em A Comuna de Paris e a noção de Estado (1871). Guillaume foi militante da ala bakuninista da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), também conhecida por Primeira Internacional. Membro da Federação do Jura, seção da Suíça francesa filiada a AIT com sede em Saint Imier. Posteriormente, devido a disputas políticas no interior da AIT e a expulsão de Bakunin por Marx no Congresso de Haia em 1872 na Holanda, Guillaume e a Federação do Jura desempenham um importante papel na articulação da Internacional Antiautoritária, que pretendia levar adiante o projeto bakuninista no movimento dos trabalhadores.

Os Editores, Brasil, setembro do "ano quente" de 2013.




Por James Guillaume

O verdadeiro caráter da revolução que foi realizada em Paris tem sido delineado de uma maneira tão marcadamente nova que, mesmo as mentes não familiarizadas com o tema, podem agora perceber claramente. A revolução de Paris é federalista.

O povo de Paris quer a liberdade de se auto-organizar como eles entendem, sem o resto da França ter de intervir nos assuntos internos de Paris; e ao mesmo tempo ela renuncia a toda interferência nos departamentos, ao conclamá-los cada um deles a organizar-se a sua maneira, na plenitude da autonomia comunal.

30 de jun. de 2013

Carta de Mikhail Bakunin a Serguey Guennadevich Nechayev, 2 de Junho de 1870, Locarno



Carta de Mikhail Bakunin a Serguey Guennadevich Nechayev, 2 de Junho de 1870, Locarno.

Traduzido do espanhol para português por: Antonio.
Retirado do sítio: www.miguelbakunin.worpress.com (Tradução de Frank Mintz)

Estimado companheiro: dirijo-me agora a você e, através de você, ao seu e ao nosso Comitê. Espero que se você está agora em um lugar seguro, livre das pequenas moléstias e inquietações, possa reconsiderar tranquilamente a sua situação e a nossa em geral, nossa causa comum.

Comecemos reconhecendo que nossa primeira campanha, iniciada em 1869, se perdeu, estamos derrotados. Esmagados por duas razões principais: a primeira, o povo não se levantou em cuja revolta confiávamos com todo o direito. Vemos que não se esgotou o limite de seus sofrimentos e o limite de sua paciência. Vemos que sua confiança em si mesmo, em seu direito e em sua força, ainda não estava avançada e não se encontrou um número suficiente de pessoas capazes por toda a Rússia para atuar junto e despertar essa confiança. A segunda razão, nossa organização, pela qualidade e pela quantidade de seus membros e do mesmo modo de sua formação, resultou insuficiente. Por isso fomos derrotados, perdemos muitas forças e pessoas valiosas.

Este é um fato inquestionável e devemos reconhecer-lo totalmente, sem retroceder em nenhum momento, para que seja um ponto de partida de nossas próximas reflexões, empresas e ações.

Mikhail Bakunin - Escritos contra Marx

DOWNLOAD

BAKUNIN, Mikhail. Escritos contra Marx. Tradução Plínio Agustos Coelho. São Paulo: Imaginário, s/d.

O livro é formado por trechos de obras de Bakunin e seu título foi dado pelos editores. É composto por uma introdução de Sérgio Augusto Queiroz Norte, pela Carta ao Journal La Liberté de 5 de outubro de 1872 e por um trecho de O Império Knuto-Germânico.

11 de nov. de 2012

The Bakunin Library: Projeto editorial pretende traduzir obras escolhidas de Bakunin para o inglês



Foi anunciado em 2012 o projeto de tradução inglesa de obras escolhidas de Bakunin em dez volumes. O projeto é encabeçado por Shawn P. Wilbur e será editado pela PM Press. O tradutor prevê a duração de dez anos para realização completa do projeto. 

O projeto visa suprir um vácuo editorial de traduções de Bakunin para o inglês. Assim como em português, a bibliografia de Bakunin em inglês é composta de pouquíssimos livros completos traduzidos. Trechos vendidos como livros e outros males de descontinuidade editorial marcam o tratamento pouco profissional ou científico dado a obra do revolucionário russo em ambas as línguas. 

O projeto baseará as traduções no francês a partir do CD-Rom das obras completas publicado em 2000 pelo Instituto de História Social de Amsterdã. No blog do projeto, Wilbur faz uma chamada para tradutores e leitores em francês e inglês que possam contribuir com a empreitada.

Segue abaixo o plano inicial de traduções e o link para o projeto The Bakunin Library.

The Collected Works of Bakunin
1. Early writings and correspondence: 1837-1851 
2. Writings: 1860-1867 
3. Writings: 1868-1869 
4. Writings: 1870-1871 
5. "The Knouto-Germanic Empire & the Social Revolution:" 1870-1871 
6. "Against Mazzini" & other writings: 1871 
7. "Statism and Anarchy" & other writings: 1872-1876 
8. Correspondence 
9. Correspondence 
10. Correspondence, bibliography, index, miscellany

10 de nov. de 2012

Manuscrito da Carta ao Journal de Genéve


Foi publicada no blog Questões manuscritas do economista Pedro Corrêa Lago a imagem de um manuscrito de Bakunin. O manuscrito se refere a Carta ao Journal de Genéve, escrita em 25 de setembro de 1873, onde Bakunin responde aos redatores do jornal as acusações perpetradas a ele por Karl Marx. A carta está escrita em francês e, segundo Lago, foi à leilão em 2007 na Alemanha. A imagem do manuscrito e o texto de Lago estão neste link.

Os editores, 
novembro de 2012, 
Brasil.

8 de nov. de 2012

Livros abordam as influências filosóficas de Hegel e Feuerbach no pensamento de Bakunin


Divulgamos aqui a referência de dois livros que abordam a juventude do pensamento de Bakunin, quando  dava os primeiros passos na filosofia alemã, principalmente Feuerbach e Hegel.

ANGAUT, Jean-Christophe. Bakounine jeune hégélien: La philosophie et son dehors. Lyon:
ENS Éditions, 2007. 176 p

O livro contém uma longa introdução escrita por Angaut, que também fez a tradução, e os textos de Bakunin que representam seu período hegeliano de esquerda, La réaction en Allemagne, Lettre à Ruge 19 janvier 1843, Lettre à Ruge mai 1843, Le communisme.

Trechos do livro podem ser lidos aqui.

UGLIK, Jacek. Michała Bakunina filozofia negacji. Warszawa, Wydawnictwo Aletheia, 2007, 254 p.

Jacek Uglik (nascido em 1976), Ph.D, especialista em filosofia russa, professor assistente no Instituto de Filosofia da Universidade de Zielona Góra na Polônia. O livro é uma versão de sua tese de doutoramento.

Outra referência é o artigo do mesmo autor abordando a influência de Feuerbach no pensamento de Bakunin. Jacek, Uglik. Ludwig Feuerbach’s conception of the religious alienation of man and Mikhail Bakunin’s philosophy of negation. Studies in East European thought (Dordrecht. Online) A. 2010, vol. 62, n° 1, pp. 19-28 [10 pages]. From the issue entitled "Special issue on Polish Studies in Russian Religious Philosophy / Edited by Janusz Dobieszewski."

Segue abaixo resumo do artigo.

In this paper we attempt to prove that it was Ludwig Feuerbach’s anthropology that influenced Bakunin’s philosophical path. Following his example Bakunin turned against religion which manipulates, as Hegelianism does, the only priority human being has—another human being. Although Feuerbach’s philosophy did not involve social problems present at Bakunin’s works, we would like to show that it was Feuerbach himself who laid foundation for them and that Bakunin’s criticism of the state was the natural consequence of Feuerbach’s struggle for the individual. Mikhail Alexandrovich Bakunin proved that Feuerbach’s attempts to rise anthropology to the rank of theology are not sufficient to free the individual from the power of abstractions as in his opinion it is not only God (religion) that should be overthrown but also the state.

Conceito de campesinato em Bakunin (2005)


Nota

O presente texto realiza uma primeira aproximação do conceito de campesinato no pensamento de Bakunin, situando-o historicamente no debate com o populismo russo do século XIX, reconhecendo seu lugar na trajetória das discussões sobre o campesinato no pensamento socialista e na sociologia.

O texto é uma parte do capítulo dois do livro Sobre a evolução do conceito de campesinato, de Gúzmán e Molina, sobre as concepções teóricas acerca do campesinato. O livro foi escrito originalmente em espanhol e sua tradução literal para o português foi empregada para uso interno da Via Campesina do Brasil. Posteriormente foi lançado em forma de brochura pela editora Expressão Popular.

Para a discussão acerca do conceito de campesinato em Bakunin, os autores se basearam na seguinte referência Bakunin, M., (1961-1981). Oeuvres Complètes de Bakounine publiées pour L’internationaal Instituut voor Sociale Geschiedemis Amsterdam par Arthur Lehning. Paris:  Editions Champ Libre. Tomos I-VII. Outra referência usada pelos autores, indicada nas passagens abaixo, é a clássica obra sobre o populismo russo de Franco Venturi, El Populismo Ruso. Madrid: Revista de Occidente, 1975. Dos tomos. A edição inglesa de 1963 pode ser conferida aqui.

Nos trechos abaixo, identificamos algumas passagens de Estatismo e anarquia, publicado originalmente em russo com o título Gosudarstvennoy' i anarkia, em 1873. Existe uma edição em portugês, BAKUNIN, Mikhail. Estatismo e Anarquia. Tradução Plínio Augusto Coêlho. São Paulo: Nu-Sol; Imaginário, 2003.  272 p.

O título desta postagem foi criado pelos editores do Arquivo como simples recurso pedagógico, não constando no livro.

Os editores,
Brasil, novembro de 2012.

***

GUZMÁN, Eduardo Sevilla; MOLINA, Manuel González de. Sobre a evolução do conceito de campesinato. Tradução literal [de] Ênio Guterres e Horacio Martins de Carvalho. 3. ed.. São Paulo: Expressão Popular, 2005. 96 p.

Capítulo 2. O campesinato na antiga tradição dos estudos camponeses. [p. 28-31.]

        Na obra de Bakunin subsiste uma teoria do campesinato como agente revolucionário, segundo a qual, na Rússia da segunda metade do oitocentos, existiam as condições objetivas precisas para o desencadeamento de uma revolução social. Bakunin identificava estas condições com a situação das massas populares camponesas russas definida pela conjunção da extrema miséria com uma servidão feudal que era modelo em seu gênero, à que adicionava uma consciência histórica de emancipação social. No exame da consciência histórica do povo russo, Bakunin distinguiu elementos positivos e negativos (Bakunin, 1976, VI: pp. 367-369). Entre os positivos incluía: a) a convicção fortemente arraigada de que a terra pertencia integralmente ao povo; b) a posse da terra era um direito que não correspondia ao indivíduo senão à comunidade rural (ao mir), que se encarregava de reparti-la entre seus membros por prazos temporários definidos; c) a autonomia política quase absoluta, bem como a capacidade administrativa e gerencial do mir, que provocava a hostilidade manifesta daquele em relação ao Estado. A consciência histórica do povo russo se encontrava, no entanto, obscurecida por outros três traços que, desnaturalizando-a em parte, atrasavam a emancipação do povo russo: 1) o patriarcalismo; 2) a absorção do indivíduo pelo mir; 3) a confiança no tzar.

16 de set. de 2012

Inaugurada seções em outros idiomas


É com orgulho que o Arquivo Bakunin abre espaço para obras do revolucionário russo publicadas em outras línguas. Elas se encontram nas seções dos respectivos idiomas logo abaixo do banner de nossa página.

Na seção em Inglês destacamos a tese de doutoramento em Filosofia de Martine del Giudice pela McGill University no Canadá. Sua tese possui 544 páginas e se chama The Young Bakunin and the Left Hegelianism: Origins of Russian Radicalism and Theory of Praxis 1814-1842.

Ainda nesta seção temos o livro de Paul Mclaughlin Mikhail Bakunin: The Philosophical Basis of His Anarchism que busca investigar as bases filosóficas do pensamento de Bakunin

Na seção em Francês destacamos os artigos de Jean-Christophe Angaut dedicados a análise do pensamento de Bakunin em torno da Guerra Franco Prussiana, da Comuna de Paris e da batalha de ideias entre o revolucionário russo e Marx na I Iinternacional. Em breve estaremos disponibilizando o link para a tese de doutoramento em dois volumes de Jean-Christophe Angaut sobre o pensamento filosófico e político de Mikhail Bakunin.

Os editores,
Brasil, setembro de 2012.

21 de abr. de 2012

O socialismo libertário - Mikhail Bakunin (1979)


Nota:

Artigos publicados originalmente entre 22 de maio de 1869 a 28 de agosto de 1869 no L'Egalité, periódico semanal  fundado em Genebra em 1868, órgão da federação das seções suíço-francesas da Internacional.

A presente tradução para o português saiu na coletânea intitulada O Socialismo Libertário, número 22 da Coleção Bases, lançada em 1979 pela Global Editora e Distribuidora LTDA. Tradução da versão francesa por Olinto Beckerman.

Os Editores,
Brasil, abril de 2012.



8 de mar. de 2012

O Conceito de Liberdade - Mikhail Bakunin (1975)



Nota:

Recebemos de um novo colaborador a versão digitalizada do livro O Conceito de Liberdade, publicado em 1975 em Portugal pelas Edições Rés Limitada como parte da Coleção Substância. O livro se constitui em recortes de vários temas abordados por Bakunin ao longo de sua obra como: materialismo e idealismo; liberdade, socialismo e revolução; partido revolucionário; aliança operária-camponesa; crítica ao estatismo; análise das composições de classes.

Agradecemos o envio da digitalização e dizemos desde já que estamos abertos a colaborações para traduções e digitalizações.

Os Editores
Brasil, março de 2012.

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O Conceito de Liberdade - Mikhail Bakunin (1975)