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3 de ago. de 2014

Da vontade à liberdade: trabalho, ciência e educação em Mikhail Bakunin (Rafael David Abrunhosa, 2013)




Resumo:

Este trabalho tem como objetivo analisar/compreender os conceitos de ciência, trabalho e educação, separados e em sua relação, segundo o pensador socialista russo do século XIX Mikhail Bakunin. Bakunin compreende a realidade em eterna disputa e acentua que na sociedade de classes as Ciências e a Educação cumprem um importante papel de dominação da burguesia sobre o proletariado. A dominação da burguesia sobre o proletariado assenta-se, para Bakunin, na injusta divisão social do trabalho, em que uma minoria executa funções de controle/domínio enquanto uma maioria executa funções laborais. Essa divisão é desenvolvida pelo modelo burguês de educação que separa a formação intelectual da manual. Assim o pensador russo compreende o trabalho, que no autor possui uma singular análise sociológica, aliado à Educação que poderia libertar o homem (liberdade). A esse modelo proposto o autor denominava de instrução integral. Dessa forma a instrução integral não poderia ser aplicada na sociedade capitalista, pois sua divisão social do trabalho impede a unidade entre estudo e trabalho. A instrução integral seria a base da sociedade futura, pois só ela permitiria o fim da divisão entre trabalho intelectual e manual.



20 de jul. de 2014

Elementos de uma análise bakuniniana da burocracia (René Berthier, 2011)






Texto publicado originalmente no livro Marxismo e Anarquismo, de René Berthier e Éric Vilain, publicado pela editora Imaginário em 2011. Tradução: Plínio Augusto Coêlho.

19 de jul. de 2014

A evolução do pensamento filosófico e político de Bakunin (Angel Cappelletti, 2014)




A Evolução do pensamento filosófico e político de Bakunin, Ángel Cappelletti. 1983. Disponibilizado no site The Anarchist Library. Originalmente publicado em Polêmica, n° 07, Abril de 1983. E traduzido para o português pelo Grupo de Estudos Anarquistas do Piauí.

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[Futuros lançamentos] Bakunin, o satã da revolta (Fritz Brupbacher)





A Biblioteca Social Fábio Luz anunciou que entre os futuros lançamentos da Editora Imaginário está a biografia escrita por Franz Brupbacher sobre Bakunin chamada "Bakunin: o satã da revolta". Ficamos no aguardo.

Outros lançamentos também foram anunciados pela página do facebook do Colóquio Internacional Bakunin e a AIT, segue imagem abaixo.


Materialismo, anarquismo e revolução social: o bakuninismo como filosofia e política do movimento operário e socialista (Andrey Cordeiro Ferreira, NEP/CPDA-UFRRJ, 2013)




Trabalho apresentado no XXVII Simpósio Nacional de História/ANPUH: conhecimento histórico e diálogo social em Natal, RN, em 22 a 26 de julho de 2013.

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O conceito de "liberdade" em Bakunin (João Gabriel da Fonseca Mateus/IFG, 2011)


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              



Artigo publicado na revista Espaço Livre, vol. 6, n.11, jan.jun/2011.              

A lógica do Estado em Bakunin (Felipe Corrêa, ITHA, 2014)




Resumo:

Este texto discute a lógica do Estado em Mikhail Bakunin, em seu período anarquista, a partir de uma abordagem imanente, que segue seus próprios pressupostos teórico-metodológicos e prioridades para a compreensão deste objeto. Na obra bakuniniana, o Estado moderno, em todas as suas formas ou regimes de governo, é considerado um instrumento político de dominação de classe que possui natureza dominadora, caráter de classe e função de garantir a dominação de classe. Essa tese bakuniniana é discutida por meio de
quatro argumentos: 1.) A dinâmica do Estado, em suas distintas formas, está relacionada a diferentes tipos de dominação, na esfera política e em outras; 2.) As dominações do Estado são levadas a cabo em função de interesses das classes dominantes, sendo que a burocracia é uma dessas classes; 3.) Tanto o Estado quanto a burocracia tendem a conservar-se, principalmente em caso de a dominação em nível sistêmico e estrutural perdurar; 4.) A abolição do Estado é imprescindível para o estabelecimento do socialismo e a garantia da emancipação popular.

Palavras chave: Mikhail Bakunin, anarquismo, teoria do Estado, antiestatismo.

O bakuninismo: um estudo sobre o coletivismo (Gabriel Almeida Cornélius, UFG, 2008)






Monografia apresentada a Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal de Goiás para obtenção do título de Bacharelado e Licenciatura em História.Orientador: Prof. Dr. João Alberto da Costa Pinto.

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9 de set. de 2013

Bakunin em alemão: Inaugurado mais um site sobre Bakunin



Em setembro deste ano recebemos um fraterno email dos editores de http://www.bakunin.de falando da criação do site e da inclusão do endereço de nosso Arquivo Bakunin em sua página de links. Eles também solicitavam a inclusão do site alemão em nossa seção Bibliotecas Virtuais. Podemos entender a iniciativa alemã como mais uma forma de divulgação da obra de Bakunin nessa rede virtual que aos poucos vai se formando em torno do pensamento do revolucionário russo. Saudações desde o Brasil aos editores alemães.

Os editores, setembro de 2013.

Federalismo[1] - James Guillaume (1871)


James Guillaume circa 1870
Nota introdutória

Artigo publicado por James Guillaume em 1871 no periódico Solidarité, onde analisa o evento revolucionário da Comuna de Paris ocorrido naquele ano. O artigo retoma as análises pré-Comuna de Bakunin, contidas em Cartas à um francês (1870), e pós-Comuna como em A Comuna de Paris e a noção de Estado (1871). Guillaume foi militante da ala bakuninista da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT), também conhecida por Primeira Internacional. Membro da Federação do Jura, seção da Suíça francesa filiada a AIT com sede em Saint Imier. Posteriormente, devido a disputas políticas no interior da AIT e a expulsão de Bakunin por Marx no Congresso de Haia em 1872 na Holanda, Guillaume e a Federação do Jura desempenham um importante papel na articulação da Internacional Antiautoritária, que pretendia levar adiante o projeto bakuninista no movimento dos trabalhadores.

Os Editores, Brasil, setembro do "ano quente" de 2013.




Por James Guillaume

O verdadeiro caráter da revolução que foi realizada em Paris tem sido delineado de uma maneira tão marcadamente nova que, mesmo as mentes não familiarizadas com o tema, podem agora perceber claramente. A revolução de Paris é federalista.

O povo de Paris quer a liberdade de se auto-organizar como eles entendem, sem o resto da França ter de intervir nos assuntos internos de Paris; e ao mesmo tempo ela renuncia a toda interferência nos departamentos, ao conclamá-los cada um deles a organizar-se a sua maneira, na plenitude da autonomia comunal.

30 de jun. de 2013

Mikhail Bakunin - Escritos contra Marx

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BAKUNIN, Mikhail. Escritos contra Marx. Tradução Plínio Agustos Coelho. São Paulo: Imaginário, s/d.

O livro é formado por trechos de obras de Bakunin e seu título foi dado pelos editores. É composto por uma introdução de Sérgio Augusto Queiroz Norte, pela Carta ao Journal La Liberté de 5 de outubro de 1872 e por um trecho de O Império Knuto-Germânico.

10 de nov. de 2012

Manuscrito da Carta ao Journal de Genéve


Foi publicada no blog Questões manuscritas do economista Pedro Corrêa Lago a imagem de um manuscrito de Bakunin. O manuscrito se refere a Carta ao Journal de Genéve, escrita em 25 de setembro de 1873, onde Bakunin responde aos redatores do jornal as acusações perpetradas a ele por Karl Marx. A carta está escrita em francês e, segundo Lago, foi à leilão em 2007 na Alemanha. A imagem do manuscrito e o texto de Lago estão neste link.

Os editores, 
novembro de 2012, 
Brasil.

8 de nov. de 2012

Livros abordam as influências filosóficas de Hegel e Feuerbach no pensamento de Bakunin


Divulgamos aqui a referência de dois livros que abordam a juventude do pensamento de Bakunin, quando  dava os primeiros passos na filosofia alemã, principalmente Feuerbach e Hegel.

ANGAUT, Jean-Christophe. Bakounine jeune hégélien: La philosophie et son dehors. Lyon:
ENS Éditions, 2007. 176 p

O livro contém uma longa introdução escrita por Angaut, que também fez a tradução, e os textos de Bakunin que representam seu período hegeliano de esquerda, La réaction en Allemagne, Lettre à Ruge 19 janvier 1843, Lettre à Ruge mai 1843, Le communisme.

Trechos do livro podem ser lidos aqui.

UGLIK, Jacek. Michała Bakunina filozofia negacji. Warszawa, Wydawnictwo Aletheia, 2007, 254 p.

Jacek Uglik (nascido em 1976), Ph.D, especialista em filosofia russa, professor assistente no Instituto de Filosofia da Universidade de Zielona Góra na Polônia. O livro é uma versão de sua tese de doutoramento.

Outra referência é o artigo do mesmo autor abordando a influência de Feuerbach no pensamento de Bakunin. Jacek, Uglik. Ludwig Feuerbach’s conception of the religious alienation of man and Mikhail Bakunin’s philosophy of negation. Studies in East European thought (Dordrecht. Online) A. 2010, vol. 62, n° 1, pp. 19-28 [10 pages]. From the issue entitled "Special issue on Polish Studies in Russian Religious Philosophy / Edited by Janusz Dobieszewski."

Segue abaixo resumo do artigo.

In this paper we attempt to prove that it was Ludwig Feuerbach’s anthropology that influenced Bakunin’s philosophical path. Following his example Bakunin turned against religion which manipulates, as Hegelianism does, the only priority human being has—another human being. Although Feuerbach’s philosophy did not involve social problems present at Bakunin’s works, we would like to show that it was Feuerbach himself who laid foundation for them and that Bakunin’s criticism of the state was the natural consequence of Feuerbach’s struggle for the individual. Mikhail Alexandrovich Bakunin proved that Feuerbach’s attempts to rise anthropology to the rank of theology are not sufficient to free the individual from the power of abstractions as in his opinion it is not only God (religion) that should be overthrown but also the state.

Conceito de campesinato em Bakunin (2005)


Nota

O presente texto realiza uma primeira aproximação do conceito de campesinato no pensamento de Bakunin, situando-o historicamente no debate com o populismo russo do século XIX, reconhecendo seu lugar na trajetória das discussões sobre o campesinato no pensamento socialista e na sociologia.

O texto é uma parte do capítulo dois do livro Sobre a evolução do conceito de campesinato, de Gúzmán e Molina, sobre as concepções teóricas acerca do campesinato. O livro foi escrito originalmente em espanhol e sua tradução literal para o português foi empregada para uso interno da Via Campesina do Brasil. Posteriormente foi lançado em forma de brochura pela editora Expressão Popular.

Para a discussão acerca do conceito de campesinato em Bakunin, os autores se basearam na seguinte referência Bakunin, M., (1961-1981). Oeuvres Complètes de Bakounine publiées pour L’internationaal Instituut voor Sociale Geschiedemis Amsterdam par Arthur Lehning. Paris:  Editions Champ Libre. Tomos I-VII. Outra referência usada pelos autores, indicada nas passagens abaixo, é a clássica obra sobre o populismo russo de Franco Venturi, El Populismo Ruso. Madrid: Revista de Occidente, 1975. Dos tomos. A edição inglesa de 1963 pode ser conferida aqui.

Nos trechos abaixo, identificamos algumas passagens de Estatismo e anarquia, publicado originalmente em russo com o título Gosudarstvennoy' i anarkia, em 1873. Existe uma edição em portugês, BAKUNIN, Mikhail. Estatismo e Anarquia. Tradução Plínio Augusto Coêlho. São Paulo: Nu-Sol; Imaginário, 2003.  272 p.

O título desta postagem foi criado pelos editores do Arquivo como simples recurso pedagógico, não constando no livro.

Os editores,
Brasil, novembro de 2012.

***

GUZMÁN, Eduardo Sevilla; MOLINA, Manuel González de. Sobre a evolução do conceito de campesinato. Tradução literal [de] Ênio Guterres e Horacio Martins de Carvalho. 3. ed.. São Paulo: Expressão Popular, 2005. 96 p.

Capítulo 2. O campesinato na antiga tradição dos estudos camponeses. [p. 28-31.]

        Na obra de Bakunin subsiste uma teoria do campesinato como agente revolucionário, segundo a qual, na Rússia da segunda metade do oitocentos, existiam as condições objetivas precisas para o desencadeamento de uma revolução social. Bakunin identificava estas condições com a situação das massas populares camponesas russas definida pela conjunção da extrema miséria com uma servidão feudal que era modelo em seu gênero, à que adicionava uma consciência histórica de emancipação social. No exame da consciência histórica do povo russo, Bakunin distinguiu elementos positivos e negativos (Bakunin, 1976, VI: pp. 367-369). Entre os positivos incluía: a) a convicção fortemente arraigada de que a terra pertencia integralmente ao povo; b) a posse da terra era um direito que não correspondia ao indivíduo senão à comunidade rural (ao mir), que se encarregava de reparti-la entre seus membros por prazos temporários definidos; c) a autonomia política quase absoluta, bem como a capacidade administrativa e gerencial do mir, que provocava a hostilidade manifesta daquele em relação ao Estado. A consciência histórica do povo russo se encontrava, no entanto, obscurecida por outros três traços que, desnaturalizando-a em parte, atrasavam a emancipação do povo russo: 1) o patriarcalismo; 2) a absorção do indivíduo pelo mir; 3) a confiança no tzar.

16 de set. de 2012

Inaugurada seções em outros idiomas


É com orgulho que o Arquivo Bakunin abre espaço para obras do revolucionário russo publicadas em outras línguas. Elas se encontram nas seções dos respectivos idiomas logo abaixo do banner de nossa página.

Na seção em Inglês destacamos a tese de doutoramento em Filosofia de Martine del Giudice pela McGill University no Canadá. Sua tese possui 544 páginas e se chama The Young Bakunin and the Left Hegelianism: Origins of Russian Radicalism and Theory of Praxis 1814-1842.

Ainda nesta seção temos o livro de Paul Mclaughlin Mikhail Bakunin: The Philosophical Basis of His Anarchism que busca investigar as bases filosóficas do pensamento de Bakunin

Na seção em Francês destacamos os artigos de Jean-Christophe Angaut dedicados a análise do pensamento de Bakunin em torno da Guerra Franco Prussiana, da Comuna de Paris e da batalha de ideias entre o revolucionário russo e Marx na I Iinternacional. Em breve estaremos disponibilizando o link para a tese de doutoramento em dois volumes de Jean-Christophe Angaut sobre o pensamento filosófico e político de Mikhail Bakunin.

Os editores,
Brasil, setembro de 2012.

13 de jan. de 2011

O Anarquismo como fenômeno da Primeira Internacional: Origens políticas e teóricas da divisão no movimento operário


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Trabalho e ação: O debate entre Bakunin e Marx e sua contribuição para uma sociologia crítica contemporânea


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4 de nov. de 2010

Algumas palavras aos meus jovens irmãos da Rússia (1869)


Introdução
 Notas sobre Bakunin e a prática de “Ir ao Povo”


No excelente prólogo que o historiador Max Nettlau escreveu ao livro “Estatismo e Anarquia” publicado na edição francesa das Obras Completas de Bakunin se lê:

“Durante os três meses de 1872 houve a redor de Bakunin uma vida intensa, inspirou abnegação a muitos jovens, homens e mulheres, que logo se lançaram de corpo e alma a difícil propaganda popular na Rússia; que “foram ao povo” e que quase todos e todas, depois de algumas semanas, meses, ou raramente anos de agitação, caíram nas prisões para anos de calabouço preventivo e, depois do processo, por dezenas de anos na Sibéria. Ross, um dos últimos, caiu também, no começo de 1876; foram aproximadamente 25 anos para livrar-se de novo da Sibéria e do internamento em províncias, para voltar de novo ao ocidente alguns anos mai tarde; no atual momento, já octogenário, ainda vive, assim como também Z. Ralli.” [1]

A esta juventude, a estes valentes e sinceros lutadores, aos primeiros homens e mulheres combatentes anarquistas, foi escrita a carta “Algumas palavras aos meus jovens irmãos da Rússia” no ano de 1869.

Para Bakunin a tarefa da juventude consistia em situar-se na vanguarda das lutas do proletariado e dos camponeses. Para isso, era necessário que os jovens, com certo nível de politização, provenientes em sua maioria dos setores médios, assumissem a tarefa de servir como vanguarda do movimento popular de libertação.

República Francesa, Federação revolucionária das comunas (1870)


Introdução

O conteúdo desse cartaz foi recuperado por Max Nettlau em seu excelente prólogo ao tomo I das Obras Completas de Bakunin em sua edição francesa. Nós a reproduzimos como preâmbulo da Carta à Esquiros com o propósito de que suas proclamações, mas sobretudo o seu significado sejam valorizados pelos revolucionários de hoje em dia, além de servir para ser para completar com o que já é indicado na Carta  à Esquiros.

O valor do chamado às armas varre com todas as especulações e mentiras difundidas pelos defensores o Estado, brancos e vermelhos, sobre a condição de intelectual do próprio Bakunin. Mas o propósito central dessa reprodução é introduzir estes documentos ao debate, com o fim de constatar as tarefas e os métodos dos revolucionários a luz de um conflito entre uma nação rendida, como era o caso da França, e uma potência militar e comercial, a Prússia.

Bakunin apela a necessidade de explorar os sentimentos naturais e lógicos de uma população que se vê ameaçada perante um invasor estrangeiro. Seria um nacionalismo francês em Bakunin? De forma alguma. Só basta recordarmos que a Liga da Paz e da Liberdade, e inclusive as seções latinas da Associação Internacional dos Trabalhadores, se opuseram a avançada imperialista da França e da casa de Habsburgo durante a intervenção no México [1], que Bakunin também defendeu.
 

Carta a Esquiros (outubro, 1870)


Algumas palavras de introdução

A seguinte carta de Bakunin – a pesar de ser pouco conhecida pela maioria da esquerda anti-capitalista -  dá conta, em planos gerais, de qual era a inspiração que orientava seu pensamento e ação no contexto da guerra franco-prussiana.

Bakunin e alguns de seus amigos, no dia 28 de setembro de 1870, no Município de Lyon, através da formação do Comitê para a Salvação da França, inspirado pelo russo, estabelecem ao proletariado lionês a dissolução do Estado como condição sine qua non para uma verdadeira defesa da França ante a invasão prussiana.

Para isso, Bakunin e os membros do Comitê colocaram por toda a cidade e seus arredores cartazes vermelhos com a proclamação inssurreicional para um levante camponês e operário como única via para a salvação da França.